AECambuí | CDL
Associação Empresarial de Cambuí






QUEM SOMOS | SERVIÇOS | ASSOCIADOS | PROFISSIONAL AUTÔNOMO | EMERGÊNCIA CAMBUÍ | CONTATO
Ligue para AECambui » (35) 3431-3046
» Revista "O Empresário"
» Banco de Currículo
» Últimas Notícias
» A legislação e o empresário
» Auto-Ajuda
» Comportamento
» comunicação
» Conselhos Úteis
» Finanças ao seu alcance
» Jurisprudência
» Momento Empresarial
» Tipos de Consultas SCPC
» Vida saudável
» Turismo
» Fotos da Cidade
» Fotos dos Cursos
» Memória Viva





VOLTAR
Últimas Notícias


Publicado em: 19/07/2018

O que é preciso para se destacar no trabalho?

Ser criativo, entender muito bem a sua área, ter claros quais são seus objetivos? Seja qual for sua resposta, Leila Hock, da consultoria Alignment Coaching, defende que você nunca deve dizer “trabalhar duro”. Em artigo à Fast Company, ela diz que está cansada de ouvir pessoas falando que para ter sucesso é preciso trabalhar duro ou estar sempre ocupado.

Para Leila, a sociedade nos pressiona a trabalhar duro, e isso está causando muitos danos às pessoas e à produtividade. Segundo o Departamento de Estatísticas do Trabalhos dos EUA, a produtividade está aumentando no menor ritmo em décadas – “e tenho certeza de que as pessoas estão trabalhando mais do que nunca”, escreve ela.

Mas quando as pessoas dizem que estão “trabalhando duro”, normalmente querem dizer que estão trabalhando por muitas horas, o que nem sempre quer dizer maior produtividade. “E normalmente elas não querem dizer que pensaram muito no trabalho, ou que sabem que o estão trabalhando para contribuir com algo importante”.

O problema, diz ela, é que toda a economia é baseada na forma como utilizamos o tempo. Por exemplo, quando você têm máquinas, ou um trabalho muito automático, a produtividade por hora é praticamente estável. Algumas inovações ajudam a aumentar o número de unidades produzidas por hora, mas, normalmente, mais tempo significa maior produção.

Mas a economia de hoje não funciona mais nas mesmas bases de décadas atrás. A transição para a economia do conhecimento, em que mais pessoas têm trabalhos intelectuais e não manuais ou automáticos, mudou esta lógica. Muitos, porém, ainda pensam que mais tempo é igual a maior produção. “Talvez seja porque leva tempo para mudar a mentalidade após centenas de anos, mas eu acredito que algo mais complexo esteja acontecendo”, diz.

O produto do trabalho mudou. A maioria das pessoas não pode contabilizar o quanto trabalhou em termos de quantos produtos foram feitos. Mas se não estamos mais construindo objetos, o que estamos fazendo? “A razão real pela qual as pessoas ainda conectam tempo ao valor do trabalho é que encontrar outra forma de medir produtividade ainda é um desafio”.

Medir tempo é fácil. Para um gestor, fica evidente quando um funcionário chega no escritório cedo, sai tarde e responde emails a qualquer hora do dia. Mas para medir o valor do trabalho, o chefe precisa realmente entender o que os funcionários fazem e analisar o quanto produziram. E para isso, é preciso pensar em qualidade também, não só na quantidade de trabalho.

Não foque em trabalhar mais, apenas foque
“O sucesso não tem a ver com trabalhar duro. É sobre foco e assegurar que você está usando seu tempo de forma produtiva”, diz Leila. “Mas se ficarmos constantemente falando sobre quão duro estamos trabalhando, perpetuamos a ideia de que você precisa trabalhar o tempo todo para ter sucesso”.

O que as pessoas deveriam fazer, defende ela, é decidir o que realmente vai colocá-las no caminho para alcançar seus objetivos todos, e focar nisso. E quando você concluir aquilo que se propôs a concluir, vá para casa.

“E não vamos chamar esse trabalho de trabalho duro, vamos chamá-lo de produtivo, efetivo, com valor. Qualquer coisa que diga mais sobre a natureza do trabalho ao invés da quantidade de horas despendidas nele”.


AECambuí | CDL - Associação Empresarial de Cambuí
Agência WebSide