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Publicado em: 18/06/2018

Precisamos pensar que o Administrador tem campo de trabalho em todos os tipos de empresas. Ele pode atuar em prestadoras de serviços ou indústrias, empresas nacionais ou multinacionais, familiares ou sociedades anônimas. Aliás, ele está preparado para montar o seu próprio negócio, num modelo singular ou uma franquia. O jovem que estuda administração passa a entender o que são startup e quais são os mecanismos para fazer com que esses novos modelos de negócios se estabeleçam.

Também podemos analisar os diversos campos de atuação dentro das organizações. O Administrador pode se preparar para assumir responsabilidades em recursos humanos, na produção, na logística, em finanças ou em negociações nacionais e internacionais. Tudo dependerá das competências desenvolvidas ao longo da sua formação.

Falando em formação, um grande desafio que tira o sono de muitos jovens e seus familiares é a necessidade de escolher qual carreira seguir.

Há mais de uma década acompanho a evolução de jovens que percorrem o caminho da Administração e, da mesma forma como ocorreu comigo, a decisão sobre o campo de atuação ocorre ao longo do curso, com a evolução das disciplinas.

As experiências obtidas durante os períodos de estágio também favorecem a escolha do campo de atuação daquele futuro profissional.

O papel de um Administrador é extremamente importante para o desenvolvimento de um país porque ele pensa os negócios de uma empresa. Países desenvolvidos necessitam, dentre outros fatores, desenvolver mercados fortes e posicionar suas empresas como grandes players internacionais. Tais mecanismos podem (e devem) ser conduzidos por Administradores estratégicos, com visão do negócio atual e de possibilidades futuras.

Em outras palavras, podemos concluir que empresas competitivas são capazes de atrair outras para o seu setor; setores competitivos são capazes de inovar e ditar tendências. Haja visto o reconhecimento obtido pelos franceses com seus perfumes, pelos belgas com seus chocolates ou pelos participantes do Vale do Silício pelas inovações tecnológicas apresentadas ao mundo.


Quando pensamos em Brasil, temos as commodities que são competitivas mundialmente, mas também devemos pensar em processá-las para agregar valor e colocar marcas brasileiras em produtos ao redor do mundo. Quem deve estar preparado para esta tarefa é o Administrador, um profissional que, pela sua formação, tem uma visão holística dos negócios.

Este profissional adquire conhecimentos suficientes para assumir posições táticas ou estratégicas, mas também deve ter habilidade para percorrer o chão de fábrica, entender como é a dinâmica do seu negócio, sempre imbuído de valores socioambientais. Assim, estará pavimentando um caminho mais promissor para a sua carreira e para o desenvolvimento do país.


*Gleriani Ferreira é doutora em Administração pela FEA/USP e professora do curso de administração e comércio internacional da Universidade Presbiteriana Mackenzie Alphaville.
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