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Publicado em: 12/05/2018

Encontrar na experiência vivenciada na maternidade uma inspiração para iniciar o próprio negócio é o caminho que muitas mulheres encontram para empreender. Se unir aos filhos e descobrir neles uma parceria para realizar o sonho de ser dona da sua empresa também é um caminho encontrado.

Pesquisa do Sebrae mostra que a taxa de empreendedorismo feminino entre os novos empreendedores - aqueles que possuem um negócio com até 3,5 anos - é de 15,4%. Enquanto a masculina é de 12,6%.

Os dados são da pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM) 2016, realizada pela parceria entre Sebrae e IBQP. Além de terem uma taxa mais alta de empreendedorismo, o número de mulheres que abrem empresa motivadas por uma necessidade é maior do que os homens. Entre os novos empresários, 48% delas o fazem porque precisam, já entre os homens esse número cai para 37%.

A pesquisa do Sebrae ainda traça um perfil dessas mulheres. 40% delas têm até 34 anos, já entre os homens, esse número cai para 36%. Apesar delas serem mais escolarizadas, ainda ganham menos: 73% recebem até três salários mínimo, contra 59% do universo masculino.

Estão concentradas principalmente em quatro áreas de atuação: restaurantes (16%), serviços domésticos (16%), cabeleireiros (13%) e comércio de cosméticos (9%). A maior parte empreende dentro de casa (35%).

“Esse retrato do empreendedorismo feminino reflete a necessidade da mulher de conciliar a maternidade com a vida profissional. E percebemos com entusiasmo essa mudança no perfil da empreendedora, que está empoderada e mesmo na necessidade identifica uma oportunidade de inovar e transformar uma demanda da maternidade em negócio”, analisa o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos.

A necessidade é um fator que influencia a entrada das mães nos pequenos negócios, como é o caso das irmãs Melissa e Fernanda Galvão. As duas são mães e sentiam a necessidade de um espaço que comportasse tanto as crianças quanto as genitoras. Com a demanda, criaram a “Mãedoteca”, espaço que reúne diversão para as crianças e oportunidade para os adultos conciliarem a maternidade com outras tarefas.

Para isso, o ambiente oferece coworking e café. “A gente não encontrava um espaço que fosse bom para todos, completo. Abrimos em setembro de 2017 e temos feedbacks ótimos das mães, aqui elas têm um lugar de apoio. Temos pedidos de franquia e pretendemos fazer a ampliação de mercado”, ressalta Melissa.
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