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Publicado em: 07/03/2018

Sete em cada dez brasileiros mudaram seus hábitos em relação ao dinheiro por conta da crise que afeta o país desde 2014. A constatação é de uma pesquisa feita pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).

Segundo o levantamento, 72% modificaram suas rotinas de compras e repensaram prioridades, por conta do aperto no orçamento doméstico. Somente 19% dos entrevistados disseram não ter alterado seus comportamentos. Foram ouvidos 805 consumidores, de todas as classes sociais, nas 27 capitais do país.

Entre os que modificaram os hábitos, 55% passaram a evitar a compra de supérfluos. A pesquisa mostrou ainda que 55% reduziram as depesas com lazer, 54% passaram pesquisar preços antes de comprar, e 52% ficaram mais atentos às ofertas.

Considerando as despesas domésticas, 51% passaram a economizar luz, água e telefone, 46% começaram a substituir produtos consumidos por marcas mais baratas, 44% se dedicaram mais ao controle dos gastos pessoais e familiares, e 43% deixaram de fazer parcelamentos muito longos.

O quesito poupança, no entanto, não seduziu muito os consumidores. Apenas 26% cultivaram o hábito de guardar uma parte dos rendimentos, já que há outras prioridades em tempos de orçamento mais curto, como pagar contas.

Resultados

Após a mudança de hábitos, a pesquisa constatou que 42% dos entrevistados sentiram-se aliviados ou mais tranquilos por não terem estourado o orçamento mensal. Além disso, 36% relatam um sentimento de alegria por conseguir manter o essencial. O levantamento revelou, porém, uma frustração por não comprar, o que foi citado por 32% das pessoas ouvidas, ou uma sensação de limitação por querer e não poder levar (para 31% dos entrevistados). Até mesmo o constrangimento por não dar o que a família gostaria foi apontado por 21%.

Projeções para o futuro

Quando o assunto é a expectativa para o futuro, 83% disseram que pretendem manter os hábitos adquiridos durante o período de dificuldades. Apenas 8% querem deixá-los de lado, caso a situação melhore este ano.

Entre os que estão dispostos a manter a nova rotina mais restritiva, 52% disseram que conseguiram administrar melhor o orçamento, 51% alegaram que aprenderam a economizar dinheiro, 50% passaram a controlar o impulso de comprar, e 47% afirmaram que passaram a fazer compras melhores.

A vontade de recuperar o antigo padrão de consumo, no entanto, levaria parte das pessoas a abandonar as práticas adquiridas durante a crise. Entre os que retomariam o comportamento anterior, 44% fariam isso pelo prazer de resgatar o estilo de vida que tinham. Outros 26% voltariam a se sentir seguros e, portanto, não precisariam mais economizar.


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