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Publicado em: 01/12/2017

Quase todo mundo já precisou discutir com o chefe em algum momento. Seja por discordar de uma postura ou decisão drástica, seja por querer reivindicar um aumento ou mudança na empresa.Os motivos são muitos. E ninguém nega que essa hora tende a estar carregada de tensão. Mas será que precisa ser tão difícil? Há um caminho certo de se impor com cautela e respeito à hierarquia? Especialistas garantem que sim.

O CEO da consultoria Proposito/Transearch, André Caldeira, explica que o primeiro passo para ter uma conversa crítica com a chefia é mapear a cultura da empresa e se atentar ao perfil do líder. Que tipo de abertura ele oferece? E a organização, como se porta frente a assuntos similares aos que você pretende abordar? Permeando estas possíveis deixas é que o funcionário deverá embasar sua argumentação.

Se você, por exemplo, identifica problemas na maneira como o chefe tem conduzido um trabalho e tanto seu superior quanto a organização oferecem certa liberdade para discutir seus métodos, não pense duas vezes para colocar todas as cartas na mesa. Mas isso deve ser feito de um jeito prudente, nunca em tom de acusação, mas mediante uma postura preocupada de alguém que quer resolver algo – que pode ser coletivo ou individual.

E quando a empresa tem uma estrutura rígida e o chefe também é inflexível? Na visão de André, ainda nesse caso, o que não se deve fazer é deixar o problema passar. A solução é expor a questão de maneira lógica, com muitos dados, e levantá-la em tom de pergunta, partindo de uma postura humilde e honesta. Será que o setor está no caminho certo? Se coloque a disposição para ouvir o outro lado da história. “Omitir o problema é pior do que qualquer eventual dificuldade que possa surgir ”, defende o especialista.

Evite mal entendidos

Outra dúvida muito comum se diz respeito ao meio pelo qual esse diálogo deve se estabelecer. Tópicos sérios podem ser tratados por e-mail? Ou apenas pessoalmente? Embora a formalização do assunto por meio de uma mensagem virtual chegue a ser positiva, ela também tende a gerar efeitos ruins, na visão de André. “O profissional pode dar a entender que está documentando a conversa”, destaca.

Mais um ponto que pesa em favor da conversa presencial é a atenção do chefe. O método Handel de coaching, desenvolvido nos Estados Unidos pela equipe da coach Lauren Zander, defende que quando você for falar, é bom que o gestor esteja totalmente atento a você. E você não dá para garantir que isso aconteça quando a questão é exposta por mensagem de texto.

Além disso, durante situações críticas, mandar um e-mail, sobretudo se você estiver no calor do momento, pode denotar impulsividade e trazer os riscos e consequências de uma mensagem grosseira . É por isso que o ideal é ter a conversa pessoalmente – no tempo do gestor, em um momento agendado, apropriado. “Não queira parar seu chefe na máquina de café para dizer que você odeia seu colega”, diz uma matéria da Business Insidercom dicas do método Handel.

Muita calma nessa hora

A psicóloga e professora da PUCPR Daniella Forster destaca o perigo de agir sob o efeito de emoções fortes. Na visão dela, esse é o principal problema de quem começa uma conversa com o superior. “A pessoa entra na sala de reuniões sem nenhum planejamento e encerra o assunto sem saber aonde quer chegar. Isso é muito sério!”, diz.
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