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Conselhos Úteis



Publicado em: 17/01/2019

Gatos são fofinhos, brincalhões, mas será que todo mundo sabe como cuidar deles? A maior dúvida, que gera muitos mitos, é a utilização da caixa de areia.

Eu postei um vídeo sobre os 6 erros mais comuns da caixa de areia, no meu canal do YouTube. Fiquei surpresa com as dúvidas e os comentários das pessoas. Muitos estavam com problemas devido ao gato fazer xixi fora da caixa. Outros, usavam farinha de mandioca para fazer a areia render mais.

Perante tal cenário aterrorizante, resolvi fazer um levantamento dos maiores mitos referentes à caixa de areia dos gatos. Vamos lá!

A melhor caixa é aquela de misturar cimento
Não há uma melhor caixa para todos os gatos. Cada um tem suas particularidades, que devem ser observadas e atendidas pelo tutor. Gosto de caixas mais baixas na frente e mais altas atrás, para facilitar a entrada e saída dos gatos.

Tamanho da caixa
O gato deve conseguir dar uma volta em torno do próprio eixo dentro da caixa. Se for pequena demais, não conseguirá e evitará usá-la. Evite também aquelas caixas de canto ou quina. São péssimas para os gatos adultos!

Quantidade de caixa
Esse tópico apertou meu meu coração. Muitas pessoas têm apenas uma caixa para seus gatos. Mesmo aqueles com mais de dois ou três gatos. O ideal é ter uma caixa a mais do número de gatos. Se você tem 3 gatos, deve ter 4 caixas e assim por diante. Isso é para ele ter mais opções e caixas limpas.

Localização da caixa
Muita gente coloca todas as caixas juntas num único cômodo. Quando se tem mais de um gato, pode haver disputa pela caixa ou mesmo um impedir a passagem do outro. Por isso, é muito importante ter caixas em locais diferentes. Ah, evite colocar em locais de passagem ou perto de barulho, como a máquina de lavar.

Farinha de mandioca e fubá
Nem pensar em usar isso!!! Pode desencadear quadro de asma e bronquite. “As farinhas são matérias orgânicas e uma ótima fonte para cultivo de bactéria e fungo. Se o gato faz cocô e xixi, a areia vai ficar úmida e facilitar a contaminação. Podemos ter um problema muito mais grave, ao querer economizar na areia. O gato, na hora que cava uma caixa de areia com essa farinha de supermercado está predisposto as dermatites, principalmente nas patas” explica a médica veterinária especialista em felinos, Vanessa Zimbres. Existe a areia a base de farinha, mas elas são tratadas com produtos anti-fúngicos. É outra história…

Se não bastasse tudo isso, a Dra Vanessa ainda alerta que alguns gatos podem ingerir essa farinha e formar cálculos urinários. Os gatos já têm tendência a esse tipo de formação. Agora imagina comendo farinha de mandioca!

Sal grosso
Eu fiquei horrorizada quando uma das seguidoras disse que usava sal no lugar da sílica. Perguntei para Dra Vanessa e ela disse: “o gato se lambe ao sair da caixa de areia. Eles são super higiênicos. Assim, ao se lamber, ele estará ingerindo sal puro. É totalmente contra-indicado”. Ela também ficou assustada com a prática.

Tipo de areia
Essa é a parte mais polêmica. Muitos tutores buscam areias que facilitem a manutenção da caixa. Porém, muitas vezes, esquecem de pensar na preferência do gato. Eles O-D-E-I-A-M sílica e madeira. Além de não ser nada natural para eles, mantém o odor da urina e dificulta o comportamento de enterrar suas necessidades. Não tem o que inventar! Use as areias mais finas e que se assemelham àquela areia de construção. Ah, e nada de perfume!

Quantidade de areia
Muitas vezes quando eu vou na casa de um cliente, vejo uma pequena quantidade de areia dentro da caixa. Eles dizem que facilita a limpeza. Mas piora para o gato. Por isso que os bichanos raspam o fundo da caixa ou o chão ao redor da caixa. Dentro da caixa, deve ter uma camada de pelo menos 5 a 7 cm de areia.

Limpeza da caixa
Retire as fezes e os torrões de xixi duas vezes ao dia. Assim, você garantirá que estará sempre limpa, livre de odores e pronta para o gato ser feliz.

A cada quinze dias, troque toda a areia da caixa e limpe com álcool. Nada de usar produtos fortes ou água sanitária. Produtos com amônia se assemelham à urina. Assim sendo, repele a utilização. É como se a caixa estivesse suja.

Desculpas
Essa é a parte que eu mais escuto! “minha casa é pequena e não cabe mais caixas”, “meu gatos não ligam de compartilhar a mesma caixa”, “areia é cara”, “não tenho tempo para limpar com tanta frequência” e por aí vai. São as mais variadas possível.

A questão é: estamos preocupados com o nosso conforto ou com o bem-estar dos gatos. Se você não tem espaço, faça um móvel para ter uma caixa sobre a outra, com um prédio. Se a ideia é economizar, invista em produtos eficazes. Se não tem tempo, contrate alguém para fazer isso para você.


Lembre sempre que os gatos foram selecionados para não demonstrar estresse, dor e desconforto. Talvez, quando você perceber que ele não está bem, seja tarde demais. Por isso, mude agora o estilo de vida do seu gato e o seu. Pense no bem-estar dele. Busque produtos de qualidade que sejam do agrado dele. Ofereça tudo o que ele merece. O desejo de tê-lo na sua casa foi seu.

Ao primeiro sinal do seu gato não estar usando a caixa de areia, leve ao médico veterinário especialista em felinos. Algo mais grave pode estar por trás desse comportamento.

(Luiza Cervenka de Assis)


Notícias da mídia Exercícios para fazer na cama ao acordar Quando o despertador toca de manhã sempre bate a preguiça de levantar da cama. Mais 10 minutos de soneca e você já está atrasada, não é? Ao longo do dia, o pescoço começa a doer, suas costas também e você já está na terceira xícara de café. Um jeito muito fácil de evitar todos esses problemas é manter uma pequena rotina de exercícios logo que você acorda. Respiração e alongamento ajudam a despertar e dar mais energia, sabia? "Estudos mostram que ao despertarmos pela manhã nossos músculos ficam 10% mais curtos e rígidos devido ao repouso prolongado da noite. O alongamento matinal é de grande importância, além de relaxar a musculatura e o corpo, previne dores que ao longo do dia podem ser sentidas", explica a fisioterapeuta e instrutora de pilates do Fit Body Pilates SPa&Estética, Mariana Novaes. São 6 exercícios bem simples que levam só 5 minutos: stretching 1. Deitada na cama retire seu travesseiro e alinhe bem sua coluna. Estique os braços e as pernas, de modo que seu corpo fique todo esticado. Entrelace suas mãos e estique-as para cima, fazendo uma tração na coluna. Repita esse movimento duas vezes por 20 segundos. 2. Deitada, dobre seus joelhos e leve em direção ao tronco, como se fosse abraçar as pernas. Mantenha por 20 segundos nessa posição e depois repita por mais uma vez. 3. Deitada, apoie seus pés na cama, flexione um pouco seu quadril e leve-o para o lado, deixando sua cabeça para o lado oposto do quadril. (Se levou o quadril para o lado direto, leve a cabeça para o lado esquerdo) Abra bem seus braços e relaxe. Faça dos dois lados, mantendo por 20 segundos na posição de alongamento e repetindo duas vezes. 4. Deitada, apoie os pés na cama unindo-os calcanhar com calcanhar e abra as pernas, fazendo a famosa posição da borboleta. Mantenha na postura de alongamento durante 20 segundos repetindo 2 vezes o movimento. 5. Sentada com o corpo ereto, pegue o braço direito e leve em direção a cabeça, puxando-a para o lado direito. Você irá sentir alongar a região do músculo trapézio e a região cervical do lado contralateral. Repita esse movimento por duas vezes mantendo por 20 segundos e repita no outro lado. 6. Todos os alongamentos devem ser associados a uma respiração lenta e profunda, inspirando o ar pelo nariz e expirando pela boca auxiliando o maior relaxamento muscular. A professora e proprietária da Personal Work, Adriane Lafemina explica como fazer o exercício: Deite com as pernas flexionadas, plantas dos pés na cama, mãos abaixo do umbigo e com a ponta dos dedos médios se tocando (se quiser junte os joelhos). Feche os olhos, inspire pelo nariz, sentindo o abdômen inchar: imagine um balão no abdômen, que se enche de ar na inspiração. Expire pelo nariz até o abdômen murchar completamente. Sinta que ao expirar o abdômen se contrai para dentro. Não force sua respiração, nem muito rápida, nem muito profunda, apenas observe seu ritmo. Experimente deixar sua expiração um pouco mais lenta que a inspiração! Faça o exercício de três a cinco minutos.

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