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Publicado em: 18/08/2011

Todo mundo tem um amigo, digamos, baixo astral. É aquela pessoa que vê defeito em tudo, nada nunca está bom o suficiente ou que o mundo a odeia. Pessoas assim podem estar no nosso ambiente de trabalho, no ciclo de amizades e até dentro da própria casa. Apesar de merecerem nossa ajuda e compreensão, elas podem sugar a nossa energia, nos deixar cansados e tristes. O que fazer para se proteger do negativismo das pessoas à nossa volta?

As pessoas pessimistas – ou baixo-astral – podem estar em qualquer lugar. E aprender a identificar e conviver em harmonia com elas é essencial. Segundo a terapeuta holística e numeróloga cabalista Vera Ghimel, “o pessimista é a pessoa com uma conversa emocional de descrença, que não acredita em nada, que põe defeito em tudo, blasfema, reclama.

Elas podem ser só aquelas figuras chatinhas até evoluir para os casos mais graves. Quando elas vêm para uma socialização, normalmente estão numa frequência energética que tende a baixar a energia dos que estão por perto. Os outros acabam entrando na afinação da pessoa pessimista, que absorve e atrai pra ele tudo que é ruim. Quem não estiver protegido tende a contaminar”.

E o pessimismo dos outros pode realmente nos afetar emocional e fisicamente. “O pessimista tem tendência a ser predador. Quem estiver por perto por muito tempo, sai com a sensação de que não comeu nada o dia todo. É uma sensação de perda de energia enorme. O pessimista nato não consegue fabricar energia positiva e suga a das pessoas que estão à sua volta. Quem não bloquear a transferência, tende a se sentir cansado pouco tempo depois. A solução não é rejeitar a pessoa, deixar de conversar, mas direcionar a conversa para um foco mais positivo”, explica a terapeuta.

Não deixar a própria frequência energética baixar na presença de pessoas pessimistas pode ser bem simples. Vera ensina que se deve “tentar reverter a situação da observação negativa desse tipo de pessoa para um foco mais positivo pode ser uma saída para bloquear o vampirismo. Por exemplo, se ela reclamar que vai chover, alegre-se e diga que a seca finalmente acabou.

É preciso fechar campo energético pelo pensamento. Quando se dá ordem a si mesmo, sua energia se blinda. Se religioso, peça proteção, basta querer. O que importa é ficar atento para não deixar a pessoa criar laço energético de vampirismo. Não deixá-la alimentar-se das suas energias. Nossa realidade é afinada com nosso sistema de crença interno. Por exemplo, se sairmos de casa pensando coisas positivas, caminha-se por lugares e situações improváveis de acontecer alguma coisa ruim”.

Não é possível ou correto evitar totalmente pessoas baixo-astral mas, por mais que se bloqueie, baixar a guarda por um instante sequer pode nos deixar vulneráveis. O que fazer, então? “Não se deve evitar totalmente, isso é desumano. É para ter olhar de compaixão, já que essas pessoas são afetadas emocionalmente pela sua educação, cultura ou crença. Mas isso não significa que é preciso afundar junto. Não aconselho ter amigo assim, ficar de braço dado.

O ideal é manter uma convivência equilibrada e harmônica à média distância. Se for da família, não deixar essa pessoa tomar conta da vida por esse motivo. Ninguém precisa carregar essa mala nas costas. É um encosto emocional na vida de qualquer um. Essas pessoas podem trazer azar, má sorte e negativismo para a vida de quem está em volta”, conclui Vera.
(Ilana Ramos)




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