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Publicado em: 01/05/2011

Todos nós conseguimos olhar para o que se tem passado ao longo da nossa vida e encontrar exemplos de pessoas (que podemos ser nós mesmos!) à nossa volta que ilustram exemplos de experiências de sofrimento em dois extremos opostos:


Há pessoas que parecem sofrer horrores, ter a vida cheia de acontecimentos traumáticos (e aparentemente não ser previsível que a sorte mude), mas ainda assim todos os dias acordam de manhã e parecem ter coragem para derrotar tudo o que lhes aparece à frente, sem mostrar sinais de depressão ou desânimo que aflija os demais. Afastam os sentimentos de pena e não perdem tempo a lamentar-se: Lutam e a esperança é mesmo a última a morrer.


Por outro lado, conhecemos pessoas que, sem que tenham que ser censuradas por isso, vivem a sua vida de forma pouco feliz e facilmente se deprimem com as contrariedades que o dia-a-dia lhes traz. Não passam pelos horrores de uma guerra ou pela perda de um filho, não têm um diagnóstico de uma doença grave e incurável, mas são pouco capazes de se alegrar com o bom que têm e muito mais vulneráveis às dificuldades mais banais.


A capacidade extraordinária que está inerente aos exemplos que quis dar denomina-se RESILIÊNCIA. Ou seja, o impacto que os acontecimentos, mais ou menos traumáticos, têm em nós depende não só da grandiosidade desses acontecimentos mas da própria pessoa, das suas características, da sua capacidade própria e única de sobreviver a eles.


A palavra Resiliência foi primeiramente usada em Física para descrever a propriedade que um material pode ter de não se deformar depois de ser submetido a elevada pressão. Do mesmo modo, uma pessoa mais resiliente é aquela que, sob pressão no seu ambiente, não “quebra”, nem se fragiliza facilmente.


De longe se pode dizer que as pessoas mais resilientes não sofrem: o que as diferencia é a capacidade que têm de lidar com isso, de sarar as feridas, de vencer e saírem fortalecidas das más experiências por que passam, tal como o material que sofre a pressão também não deixa de ser pressionado, mas recupera a sua forma normal.


Ser resiliente também não é algo absolutamente estático nem inato, constrói-se na experiência e nas relações que se desenvolvem ao longo da vida e posso dizer que se “auto alimenta”, porque cada vez que uma dificuldade é superada sentimo-nos cada vez mais aptos para o fazer. As barreiras podem ser cada vez mais altas que fragilizaremos muito menos do que se nos acomodássemos à primeira dificuldade.


Dado que a resiliencia anda assim de braço dado com a nossa SAÚDE MENTAL, certamente que podemos contribuir mais activamente para ela. Mesmo que não nos consideremos pessoas especialmente resilientes, podemos começar hoje mesmo a ter uma ATITUDE mais POSITIVA face à vida e treinar essa competência que nos faz…mais felizes!

Dra. Lídia Rego




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