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Publicado em: 19/11/2018

"No Brasil, a obesidade já é uma realidade para quase 20% da população adulta, segundo dados divulgados este ano pela Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção de Doenças Crônicas (Vigitel), do Ministério da Saúde. Quando se trata de sobrepeso, os índices são ainda mais preocupantes: mais de 50% da população está acima do peso considerado ideal.

Listamos os dados mais recentes sobre a doença, além dos mitos e verdades relacionados a condição:

Falta de rotina alimentar é um dos motivos

Não ter horários certos para comer, se alimentar sem prestar atenção no que está fazendo e negligenciar frutas, legumes e hortaliças no prato são alguns dos motivos apontados pelos médicos e nutricionistas para o ganho de peso. Essa rotina ajuda o corpo a se habituar a receber os nutrientes necessários; assim, ele não precisa “avisar ao cérebro” que está precisando de energia com urgência, deixando hormônios equilibrados.

Atividade física de menos

Outra explicação é a atividade física insuficiente: segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 47% dos brasileiros não praticam exercícios regularmente. Além de colaborar para o agravamento de doenças, como as cardiovasculares e também a obesidade, 1,4 bilhão de adultos correm o risco de agravar problemas de saúde por fazerem pouco exercício. Adotar outros meios de locomoção ao trabalho ou se engajar junto com a família são algumas medidas para sair do sedentarismo.

Ultraprocessados em excesso

O que antes era uma exceção virou regra: o acesso a produtos como bolachas recheadas, refrigerantes, salgadinhos, macarrão instantâneo e sucos artificiais ficou cada vez maior, e mais barato. Esses alimentos criados pela indústria, repletos de sal, açúcar e gordura para aumentar a sua palatabilidade, são considerados um dos “vilões” do aumento da obesidade — tanto que países como o Chile são considerados referência em alertar a população sobre as consequências que uma alimentação baseada neles pode acarretar.

Além de observar os ingredientes (a Anvisa quer que se adote como norma rótulos de advertência), é importante deixá-los para momentos esporádicos e basear a alimentação em alimentos in natura, respeitando a cultura alimentar brasileira."





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